domingo, 22 de junho de 2008

1968- O ano que não terminou


O livro “1968 - O ano que não terminou” de Zuenir Ventura está completando 20 anos de seu lançamento. A obra se tornou um marco na literatura brasileira por descrever com detalhes uma época que deixou muitas histórias. Moradores de Volta Redonda comentaram sobre o livro e a época em que a história se passa.
De acordo com a professora universitária Marlene Fernandes, a cidade vinha sofrendo uma série de conflitos dos anos anteriores, como 64. “Aparentemente não demonstravam, mas no sindicato e na igreja havia ares de movimento. O teatro vinculado à igreja também foi um exemplo de revolta que atingiu a região, pois questionavam a falta de liberdade”, disse a professora.
O aposentado Carlos Alberto Ribeiro, 60 anos, disse que se tornou um grande fã de Zuenir depois que leu o livro. “O livro descreve com riqueza de detalhes o momento tenso em que o país se encontrava. Fiquei muito feliz em poder conhecer o Zuenir em uma apresentação que ele fez na cidade há pouco tempo”, afirmou.
O universitário Bruno Pereira Gomes, 22 anos, não viveu o ano de 1968, mas leu o livro de Zuenir Ventura e entrou para a lista de fãs. “É uma fase muito importante na história do Brasil. Todos deviam ler esta obra”, disse o universitário.
A obra, que foi baseada em experiências vividas trabalhando em vários jornais e revistas da época, reconstitui o ano de 1968 no Brasil - de uma época e de seus heróis, de seus dramas e paixões, de suas lutas e vitórias. Testemunha e participante daqueles tempos de exaltação, Zuenir criou uma grande reportagem sobre uma época de grandes sonhos.
Foi o ano enigmático do nosso século. Ninguém o previu e muito poucos os que dele participaram entenderam afinal o que ocorreu. Deu-se uma espécie de furacão humano, uma generalizada e estridente insatisfação juvenil, que varreu o mundo em todas as direções. Seu único antepassado foi 1848 quando também uma maré revolucionária - a “Primavera dos Povos” -, iniciada em Paris em fevereiro, espalhou-se por quase todas as capitais e grandes cidades da Europa, chegando até o Recife no Brasil.
Tornou-se um ano mítico porque foi o ponto de partida para uma série de transformações políticas, éticas, sexuais e comportamentais, que afetaram as sociedades da época de uma maneira irreversível. Seria o marco para os movimentos ecologistas, feministas, das organizações não-governamentais (ONGs) e dos defensores das minorias e dos direitos humanos. Frustrou muita gente também. A não realização dos seus sonhos, “da imaginação chegando ao poder”, fez com que parte da juventude militante daquela época se refugiasse no consumo das drogas ou escolhesse a estrada da violência, da guerrilha e do terrorismo urbano.
Foi também uma reação extremada, juvenil, às pressões de mais de vinte anos de Guerra Fria. Uma rejeição aos processos de manipulação da opinião pública por meio dos mass-midia que atuavam como “aparelhos ideológicos” incutindo os valores do capitalismo, e, simultaneamente, um repúdio “ao socialismo real”, ao marxismo oficial, ortodoxo, vigente no leste Europeu, e entre os PCs europeus ocidentais, vistos como ultrapassados.Assemelhou-se aquele ano aloucado a um calidoscópio, para qualquer lado que se girasse novas formas e novas expressões vinham à luz. Foi uma espécie de fissão nuclear espontânea que abalou as instituições e regimes. Uma revolução que não se socorreu de tiros e bombas, mas da pichação, das pedradas, das reuniões de massa, do alto-falante e de muita irreverência. Tudo o que parecia sólido desmanchou-se no ar.
Zuenir Ventura revê 68 olhando para o presente

Em 1988, Zuenir Ventura publicou “1968 - O Ano que Não Terminou”, que já chegou à marca de 400 mil exemplares vendidos. Em 2008, o jornalista lança uma edição revisada de seu best-seller com “1968 - O Que Fizemos de Nós”, livro que não pretende ocupar a nova data redonda apenas com mais um balanço do que aconteceu há quatro décadas.
Ao rever o primeiro “1968”, Zuenir concebeu um segundo em que buscasse, segundo ele, “continuidades e rupturas” entre a quase mítica “geração de 68” e jovens de hoje.
“Não há hoje “a” geração. Há tribos, galeras, turmas. Por isso, achei que a estrutura não devia ter uma ordem rígida. É mais fragmentada’’, diz ele, referindo-se à primeira metade do livro, em que faz pequenas reportagens para retratar os tempos atuais e pô-los em contraste com 68 - na segunda metade, entrevista nomes importantes da época falando de ontem e hoje.
- Quis corrigir um pouco essa má vontade que a gente tem com a nova geração. Também era assim em 68, mas os jovens eram muito agressivos e respondiam: “não confie em ninguém com mais de 30 anos’’. O João Batista Ferreira, ex-padre que era um dos poucos com mais de 30 em quem os jovens confiavam e que hoje é psicanalista de jovens, diz que há um 68 dentro de 2008 e nos conclama a ter um olhar mais generoso. Precisamos lavar os olhos e tentar entender o que eles são, o que eles querem - afirma o autor.
Zuenir foi a campo, então, e procurou entender o culto ao corpo dos dias de hoje, da obsessão pela magreza aos piercings, como mostra o capítulo “Viva o Corpo Brasileiro”.
Mas o investimento maior está nas 30 páginas de “Sexo, Drogas e Rave’’. Ele relata, com doses de humor e espanto, sua ida a uma grande festa embalada a música eletrônica e ecstasy, e elege as raves como emblema da juventude atual.
- Você encontra nesse tipo de festa o que eu chamo de busca meio agônica do paroxismo; ou seja, da vertigem, da voragem, do risco. Ao mesmo tempo em que é uma coisa coletiva, as pessoas ficam muito ensimesmadas, mais preocupadas com elas do que com os outros. Há um narcisismo - diz.
Ele, no entanto, não aponta no livro nenhum dedo condenatório para esses jovens e vê seu comportamento como quase natural, já que os projetos coletivos, especialmente os políticos, não fascinam mais.
Dos desdobramentos positivos de 68, Zuenir Ventura destaca vários no livro, como o maior respeito às preferências sexuais e aos direitos da mulher, e o fortalecimento dos movimentos negro e gay. Na ala negativa, estão a violência “acreditava-se numa violência edificante, pedagógica, o que dava a você o direito de ser violento, mas não ao outro, e hoje sabemos que toda violência gera violência’’ e as drogas “havia uma certa utopia ingênua ao achar que as drogas poderiam ser um instrumento de abertura das consciências. Mas essa realidade se mostrou perversa. No fundo, há uma multinacional das drogas que gera mortes. É uma tragédia deste século que herdamos do anterior’’, diz ele.
Entrevistas

A segunda parte do livro tem sete entrevistas. Começa com Heloisa Buarque de Hollanda, crítica literária que sediou o Réveillon que abria “O Ano que Não Terminou’’, e termina com José Dirceu, líder estudantil preso em 68, libertado graças ao seqüestro do embaixador americano em 69 -do qual participaram Franklin Martins e Fernando Gabeira, também entrevistados- e que teve o mandato de deputado federal cassado em 2005 sob suspeita de comandar o mensalão.
César Benjamim, preso por cinco anos durante a ditadura militar e hoje um cientista político dissidente do PT, conta uma história que, embora não inédita, é pouco conhecida: Lula teria jantado e “derrubado três litros de uísque’’ com Alberico Souza Cruz dias depois do debate com Fernando Collor, no segundo turno da eleição presidencial de 1989. Alberico era satanizado pelos petistas por ter sido o principal responsável pela edição (favorável a Collor) do debate exibido nos telejornais da TV Globo. “Não vou brigar com a Globo, não é, Cesinha?’’, teria dito o hoje presidente da República.
Na entrevista de Caetano Veloso, está, para Zuenir, a frase que resume melhor a possibilidade de um “novo 68’’: “Para ser [uma coisa] parecida com aquilo, tem de ser muito diferente daquilo’’.

sábado, 21 de junho de 2008

Música Popular Brasileira na década de 80



Após as décadas de 60 e 70, quando o país vivenciou grandes transformações econômicas e sociais, passando de uma certa ingenuidade coletiva dos anos 50 às dificuldades políticas da ditadura militar, iniciou-se a década de 80 com a população mais esclarecida sonhando com reabertura política e volta à democracia.
Se por um lado era possível antever melhorias políticas, a economia não apresentava indicadores animadores; o país conviveria com índices econômicos apenas razoáveis e inflação crescente, tudo fazendo crer que nada poderia melhorar a curto prazo.
As lideranças culturais e políticas deflagraram o movimento das "Diretas já" em 1983 e 1984, empolgando o país com a campanha pela eleição direta para presidente da República, mas infelizmente nosso Congresso não teve coragem para aprová-la : teríamos ainda eleições indiretas e Tancredo Neves foi eleito em janeiro de 1985; simbolizou essa vitória a vontade da sociedade civil contra o candidato dos militares e a retomada do respeito à vontade popular; lamentavelmente Tancredo adoeceu, vindo a falecer sem tomar posse em 21 de abril do mesmo ano causando imensa comoção popular; assumiu o vice José Sarney.
Na economia tivemos que conviver com diversos planos econômicos de promessas mirabolantes mas pífios resultados: Plano Cruzado em 1986, Plano Cruzado II em 1987 e Plano Bresser no mesmo ano: evidentemente tantas mudanças conceituais desestabilizaram a economia e a grande maioria das empresas foi prejudicada; a inflação atingia 365% ao ano sem perspectivas de diminuição.
Em 1988 foi promulgada nova Constituição ratificando definitivamente o estado de direito no país: apesar da euforia da maioria da população, críticos mais esclarecidos indicavam haver mais "benefícios" que "obrigações" na nova Carta Magna; anos mais tarde comprovou-se tal desequilíbrio com o terrível aumento das contas "a pagar" do governo.
Em 1989 realizou-se a primeira eleição direta para presidente da República em quase 30 anos, vencida por Fernando Collor de Mello. Muitos críticos passaram a chamar os anos 80 de "a década perdida" pelos avanços que o Brasil deixou de fazer nas áreas social e econômica.
Depois do fracasso de 1950 para o Uruguai, em 1982 o futebol brasileiro teve talvez a maior decepção com a derrota para a Itália no mundial da Espanha: o Brasil conseguira formar sob o comando de Telê Santana, uma das melhores equipes dos últimos anos, jogando maravilhosamente bem, mas por ironia dos deuses do futebol não chegou ao título. Perdemos também o mundial de 1986 no México.
Para compensar tivemos a consagração do judoca Aurélio Miguel, vencedor da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1988 em Seoul.
Nas artes, em particular no cinema tivemos a consagração de Fernanda Torres no Festival de Cannes, recebendo o prêmio de melhor atriz de 1986 pelo filme "Eu sei que vou te amar".
O sucesso das telenovelas brasileiras crescia assustadoramente e o Brasil de comprador de enlatados de televisão passou a exportador de novelas com muito sucesso; nossas musas televisivas eram Luiza Brunet, Xuxa, Luciana Vendramini e Vera Fisher.
Evidentemente os movimentos musicais brasileiros foram influenciados pelas dificuldades da economia e da educação que iniciou um processo de forte declínio com a criação desenfreada de escolas e cursos de baixa qualidade.
O fenômeno do crescimento das bandas de rock nos Estados Unidos e Inglaterra teve impacto no Brasil com a criação de inúmeros grupos musicais, as chamadas "bandas". Nessa onda surgiram : "Blitz", "Barão Vermelho", "Paralamas do Sucesso", "Titãs", "Ultraje a Rigor", "RPM", "Legião Urbana", "Engenheiros do Hawaii", "Kid Abelha", "Ira !", "Capital Inicial", "Camisa de Vênus", "Biquini Cavadão" e muitos outros.
Em janeiro de 1985 acontece no Rio de Janeiro o "Rock in Rio" mega evento reunindo as mais diversas tendências musicais do mundo, com bandas brasileiras e internacionais.
A música sertaneja teve muito sucesso no interior do país desde os anos 20 e 30 graças ao magnífico trabalho do folclorista Cornélio Pires reunindo as principais duplas do interior do Estado de São Paulo, financiando gravações e aparições no rádio; as mais famosas duplas foram Tonico e Tinoco, Alvarenga e Ranchinho, Cascatinha e Inhana; esse gênero firmou-se mais ainda nos anos 80 devido ao grande afluxo populacional do campo para as cidades, aumentando assim o público consumidor desse tipo de música; a partir dos anos 80 a música sertaneja foi fortemente influenciada pela música country norte americana, com os artistas se apresentando com roupas típicas dos caubóis americanos e alterando os temas sertanejos brasileiros para temas eminentemente românticos; as principais duplas dessa "nova" música sertaneja são: Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano e algumas outras.
Em novembro de 1984 a Polygram lança o primeiro suplemento de artistas brasileiros em CD e em 1987 a Microservice inaugura a primeira fábrica brasileira de CD's: estava assim inaugurada a era dos CD's, encerrando o brilhante ciclo dos LP's que tiveram papel fundamental no desenvolvimento musical do Brasil.
Graças à grande influência da fabulosa cantora Beth Carvalho, o pagode, praticado há décadas, passou a ser conhecido nacionalmente; originário das festas e comemorações populares feitas nos quintais dos subúrbios do Rio de Janeiro, eram cantadas e tocadas músicas geralmente muito singelas. Dentre os vários grupos de pagode o mais famoso é "Fundo de quintal" com inúmeras gravações e muito sucesso até hoje.
Compositores e cantores já consagrados em outras décadas da MPB continuaram a brilhar nos anos 80: Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Jobim, Djavan, Gonzaguinha, Toquinho, Milton Nascimento, Tim Maia, Roberto Carlos, Gal Costa, Beth Carvalho, Alcione, Paulinho da Viola, Ivan Lins, Simone, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Edu Lobo, Martinho da Vila, Jorge Ben, Fafá de Belém, Rita Lee, Baden Powell e muitos outros.
Por outro lado, novos artistas conseguiram sucesso na década: Joanna, Cazuza, Lulu Santos, Sandra Sá, Leci Brandão, Marisa Monte, Leila Pinheiro, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Almir Guineto.
Com a grande explosão da mídia nos anos 80, principalmente TV e rádio, quando praticamente todas as residências possuíam pelo menos um receptor de rádio e de TV, a divulgação das novas músicas tornou-se muito mais rápida e eficaz, tendo como conseqüência grande disseminação de músicas de má qualidade; objetivos comerciais sobrepujavam os artísticos. Passou a ser muito fácil tornar “qualquer” música, por pior qualidade musical que tivesse, um grande sucesso de público; conjuntos de pequeno valor artístico com dois ou três cantores e duas bailarinas semi-nuas dançando eroticamente passaram a fazer sucesso junto ao grande público, devido à grande divulgação pela mídia. Lamentavelmente foram rareando as músicas de boa qualidade. Ficou mais pobre a MPB.

A nova CPMF


A Emenda 29 trouxe de volta a discussão envolvendo a tributação sobre a movimentação financeira. O projeto destina mais recursos para a área da saúde e a instituição da Contribuição Social para a Saúde (CSS), chamada de “nova CPMF”, poderia gerar uma receita anual de cerca de R$ 10 bilhões para o setor.A proposta causa indignação porque mais uma vez o poder público opta por jogar mais carga tributária sobre os ombros do sofrido contribuinte brasileiro. Isto ocorre num momento em que o governo anuncia um superávit nominal em suas contas de quase R$ 7 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano e também porque o mesmo Congresso, que demagogicamente acabou com a CPMF meses atrás, agora quer recriá-la.É lamentável que o contribuinte brasileiro tenha que arcar com mais aumento na carga tributária. Antes de criar mais um imposto seria mais decente que o Congresso, o governo e as entidades da área da saúde debatessem aspectos como a atual destinação das verbas para o setor. O desperdício com a má gestão dos recursos e com a corrupção são questões recorrentes na saúde pública brasileira. Só o caso das fraudes praticadas pelo famoso esquema dos sanguessugas, por exemplo, desviou cerca de R$ 110 milhões das dotações que eram destinados à compra de ambulâncias.Independentemente das questões relacionadas aos recursos para a saúde, um aspecto que precisa ser colocado na criação da CSS é a volta dos argumentos dos críticos da tributação sobre a movimentação financeira. É bem provável que eles não estivessem se manifestando de forma tão intensa caso fosse proposto o aumento da alíquota de qualquer outro imposto. Muitos criticam a contribuição proposta porque estão presos a mitos tributários, como o da cumulatividade, ou porque a base desse imposto dificulta a sonegação, se constituindo num importante instrumento de apuração de fraudes para o fisco.Segundo os críticos, impostos cumulativos são ruins e a alternativa é a tributação sobre o valor agregado. Porém, as recentes teorias da tributação ótima, juntamente com postulados da teoria do second best, de safra mais antiga, já deveriam ter convencido os economistas de que nada se pode concluir a priori. Um tributo cumulativo com alíquota baixa pode ser melhor, do ponto de vista alocativo, que um imposto sobre valor agregado com alíquota alta.Além do mito da cumulatividade, um tributo como a CPMF envolve muitos interesses inconfessáveis. Os sonegadores, por exemplo, temem esse tributo porque ele é utilizado para apurar indícios de fraudes envolvendo o Imposto de Renda. Por isso, eles são ardorosamente contra impostos sobre a movimentação financeira.A proposta da criação da CSS é descabida como um imposto a mais. Porém, sua técnica de arrecadação mostrou-se eficiente com a experiência da CPMF. A movimentação financeira, mesmo sendo cumulativa, é a única base de incidência capaz de reduzir a carga individual de impostos e combater de modo eficaz a sonegação. Seria mais prudente, e teria apoio popular, se o governo e o Congresso usassem o tributo como substituto de impostos de elevado custo e com grande potencial de fraudes.

Petróleo volta ao patamar de agosto, abaixo dos US$ 27



O preço do petróleo de referência no mercado londrino, o Brent, estava cotado a US$ 26,90 nos meados do dia, o que significa seu nível mais baixo desde o início de agosto.
No início da tarde o barril de Brent estava a US$ 26,80. Em seguida subiu a US$ 27,10.
A queda se deve às expectativas do mercado com a perspectiva de que o Iraque e a ONU (Organização das Nações Unidas) irão chegar brevemente a um acordo que faça com que o país retome suas exportações do produto.
Os onze países da Opep (Organização de Países Exportadores de Petróleo) aumentaram a produção quatro vezes este ano para tentar baixar os preços, que tinham superado os US$ 35 por barril nos últimos meses. Banco Mundial
InvernoO preço do barril de petróleo no mercado internacional poderá cair para US$ 21 em média no ano 2002. A estimativa é do Bird (Banco Mundial), que prevê para este ano um preço médio de US$ 28 e, para 2001, de US$ 25.
Se o inverno no Hemisfério Norte for muito rigoroso ou se a produção mundial de petróleo cair, o barril do produto poderia ultrapassar, temporariamente, US$ 50 no ano que vem. Para o Bird, o atual choque dos preços é passageiro. O estudo diz que, no pior dos cenários, o preço médio do barril do petróleo ficaria em US$ 30 em 2001, com "picos chegando a US$ 50 ou mais".

domingo, 15 de junho de 2008

Copa do Brasil - Sport vence o Corinthians por 2 a 0 no Recife e é campeão da Copa do Brasil




O Sport fez aquilo que precisava. Venceu o Corinthians por 2 a 0, no Recife, e conquistou o seu primeiro título da Copa do Brasil. Com os gols de Carlinhos Bala e Luciano Henrique, ainda no primeiro tempo, o Leão devolveu a diferença do Timão na primeira partida (3 a 1 no Morumbi), mas, por ter feito um gol fora de casa, ficou com a taça. Empurrado por uma Ilha do Retiro lotada e enlouquecida, o Rubro-Negro é o primeiro brasileiro garantido na Taça Libertadores da América de 2009. Os paulistas reclamaram de um pênalti de Magrão em Acosta no fim do jogo, mas não teve jeito. O dia da decisão foi tenso desde as primeiras horas. Pela manhã, a delegação do Corinthians, que viajou para Pernambuco na segunda-feira à tarde, mas estava longe da capital – em Cabo de Santo Agostinho – para evitar tumulto, finalmente chegou ao Recife. Enquanto isso, centenas de corintianos sem ingressos desembarcavam na cidade.
Nos bastidores, as duas diretorias travavam uma batalha por bilhetes. O Timão exigia os 10% que o Estatuto do Torcedor determina; o Sport, dizendo que não foi bem tratado no primeiro jogo, em São Paulo, cedeu apenas 950. Horas depois, com intervenção até do governo do estado, a liberação de mais 500. Indignados, os alvinegros protestaram, fecharam ruas, mas muitos tiveram de ficar fora da Ilha do Retiro.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Eutanasia



Eutanásia (do grego ευθανασία - ευ "bom", θάνατος "morte")é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.

A eutanásia representa actualmente uma complicada questão de bioética e biodireito, pois enquanto o estado tem como princípio a protecção da vida dos seus cidadãos, existem aqueles que, devido ao seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte.
Independentemente da forma de Eutanásia pra sociedade, tendo sempre em conta o valor de uma vida humana. Sendo eutanásia um conceito muito vasto, distinguem-se aqui os vários tipos e valores intrinsecamente associados: eutanásia, distanasia, ortotanásia, a própria morte e a dignidade humana.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a eutanasia pode ser dividida em dois grupos: a "eutanásia activa" e a "eutanásia passiva". Embora existam duas “classificações” possíveis, a eutanásia em si consiste no acto de facultar a morte sem sofrimento a um indivíduo cujo estado de doença é crónico e, portanto, incurável, normalmente associado a um imenso sofrimento físico e psíquico.
A "eutanásia activa" conta com o traçado de acções que têm por objectivo pôr término à vida, na medida em que é planeada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o acto.
A "eutanásia passiva" por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer acções que tenham por fim prolongar a vida. Não há por isso um acto que provoque a morte (tal como na eutanásia activa), mas também não há nenhum que a impeça (como na distanásia).
É relevante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", na medida em que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.
Etimologicamente, distanásia é o oposto de eutanásia. A distanásia defende que devem ser utilizadas todas as possibilidades para prolongar a vida de um ser humano, ainda que a cura não seja uma possibilidade e o sofrimento se torne demasiadamente penoso.

Na questão da eutanasia eu sou a favor, acredito que este seja um caminho para evitar a dor e o sofrimento de pessoas em fase terminal ou sem qualidade de vida, um caminho consciente que reflete uma escolha informada, o término de uma vida em que, quem morre não perde o poder de ser ator e agente digno até ao fim. A pessoa está em fase vegetativa, ela não sofre, mas seus familiares sim e muito, e se a pessoa não tem chances nenhuma de voltar a viver normalmente como antes é melhor que deixe ela ir em paz.Mas antes de praticar a eutanasia os médicos têm que avaliar tudo na pessoa, qual é a porcentagem de volta a vida normal, ver quantos anos que a pessoa já esta assim, se com os remédios e tratamentos ela teve alguma reação, etc.

Pena de Morte



O simplismo de considerar a defesa dos direitos humanos a defesa de direitos de criminosos tem de ser desmascarado. Aqueles que defendemos o direito à vida de todos, de todos sem exceção, não podemos ser confundidos com criminosos ou defensores de suas posturas. O que almejamos mesmo é o fim da barbárie e do ódio.

Segundo a Seção Brasileira da Anistia Internacional, as argumentações contra a pena de morte podem seguir a seguinte direção:

1 - Economia: como se a vida humana pudesse ter um preço, os defensores do assassinato estatal institucionalizado, quando o Estado mata ao invés de promover a vida, "informam" que matar um suposto autor de "crime hediondo" é mais barato que mantê-lo, por exemplo, aprisionado por toda a vida.

2 - Intimidação: Há quem creia que, num Estado onde exista a pena capital, o assassinato institucionalizado, o eventual criminoso tenda a "pensar duas vezes" antes de cometer delito hediondo. Antes de mais nada, os fatos apontam na direção contrária: onde a pena de morte é praticada os índices de criminalidade são os mais elevados.

3 - Vingança: O mais sórdido e menos ético dos argumentos utilizados pelos defensores do assassinato institucionalizado. Descendo ao nível moral daqueles que qualificam como criminosos, os pregadores da vingança insistem na "Lei de Talião", só possível a não-cristãos, claro, mas que precisa ser considerada também. Ao invés de ansiar e trabalhar pela elevação dos padrões intelectuais e morais das pessoas, aqueles que defendem a implantação da pena de morte pregam um retrocesso do Estado ao nível de barbárie em que se encontram alguns criminosos produzidos, repita-se, por uma ordem social injusta em última análise, desigual e cruel em sua essência. Vale lembrar aqui as palavras do Mahatma Gandhi: "Um olho por um olho acabará por deixar toda a humanidade.

4 - Desumanidade: "O que é que merece alguém que comete um crime hediondo (assalto, estupro ou seqüestro com morte)?" ou "O que é que você faria se algum ente querido seu fosse sordidamente seviciado e assassinado?" Ora bolas, não cabe a ninguém dizer quem é humano e quem, pelos seus crimes, deixou de o ser e com isso perdeu seus direitos! Os nazistas, a quem a história julgou e execrou, agiam assim: primeiro tiravam o status de humano de criminosos comuns, depois de criminosos políticos, depois de pessoas consideradas racialmente inferiores e os iam exterminando a todos. Quanto ao que um homem transtornado por desejos pessoais de vingança faria é um assunto. Outro assunto é o que o Estado lúcido e ponderado, na figura de seus magistrados deve fazer. manidade cega!" É vital deter a propagação do Mal, não expandi-la!

5 - Banalidade do Mal: O defensor da pena capital, em geral, não se dá conta de seu grau de comprometimento com a medida que propõe, pensa que, por caber a outros a execução do que propõe já nada mais tem a ver com isso.

Na questão da pena de morte eu sou contra, pois ninguém tem o direito de tirar a vida alheia, mesmo que essa pessoa tenha cometido um crime, matado outra pessoa,mesmo que ela não pense assim.Hoje no Brasil a justiça tem falhado em muitos casos,quantos casos nós não vimos na televisão de pessoas que foram presas e depois descobriram que eram inocentes,imagina se existisse a pena de morte a vida dessa pessoa teria sido tirada e não teria mais volta.

domingo, 8 de junho de 2008

Células - Tronco


Desde que o fisiologista alemão Theodor Schwann lançou, em 1839, as bases da teoria celular, pesquisadores de todo o mundo sentiram-se instigados com a possibilidade de gerar um organismo adulto completo a partir de apenas uma célula.Pesquisas com células-tronco avançam na busca de tratamentos para muitas doenças que afetam milhões de pessoas, mas o entendimento sobre os detalhes de como um organismo completo, com inúmeros tipos diferentes de células, forma-se a partir de apenas uma célula, já data do início do século 20. Foi nesse período que vários embriologistas, entre eles os alemães Hans Spermann e Jacques Loeb começaram a decifrar os segredos das células-tronco por meio de experimentos com células de embriões.
As pesquisas mostraram que quando as duas primeiras células de um embrião de anfíbio são separadas, cada uma é capaz de gerar um girino normal, e que, mesmo após as quatro primeiras divisões celulares de um embrião de anfíbio, o núcleo dessas células embrionárias ainda pode transmitir todas as informações necessárias à formação de girinos completos.
Todo organismo pluricelular é composto por diferentes tipos de células. Todos os 200 tipos celulares distintos encontrados entre as cerca de 75 trilhões de células existentes em um homem adulto, derivam das células precursoras denominadas células-tronco, também denominadas células-mãe. São células mestras que têm a capacidade de se transformar em outros tipos de células, incluindo as do cérebro, coração, ossos, músculos e pele. O processo de geração das células especializadas - do sangue, dos ossos, dos músculos, do sistema nervoso e dos outros órgãos e tecidos humanos - é controlado pelo genes específicos na célula-tronco, mas os pesquisadores ainda não dominam todos os fatores envolvidos no processo.
Na questão das células - tronco eu sou a favor, desde que elas sejam usadas somente para salvar vidas, não para criar outra vida,ou seja, clonagem. Como as pesquisas mesmos mostram que elas apresentam duas caracteristicas básicas são indiferenciadas e têm a capacidade de gerar não só novas células-tronco como também grande variedade de células de diferentes funções. Com a liberação das pesquisas ficara muito mais fácil,e os cientistas poderam fazer muito mais pesquisas, com mais avanços,para assim descobrir mais rápido a cura para varias doenças.

Festa Junina


O mês de Junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das peculiaridades de cada região. É a festa junina, que se inicia no dia 12 de Junho, véspera do Dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. O ponto mais elevado da festa ocorre entre os dias 23 e 24, o Dia de São João. Durante os festejos acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras. A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada. O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras. A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, um espaço ao ar livre cercado ou não, e onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa. As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas européias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício que é um costume no baile da quadrilha nordestina.

Mudança que a TV causou na comunicação do Brasil


A partir dos anos 50, o Brasil começou a sentir os efeitos que a Comunicação poderia ter com a inserção de diversos pensamentos e culturas interferindo diretamente no comportamento político e social gerando fantasmas de poder relacionados com o fato de que as mesmas imagens, as mesmas informações são recebidas por todo mundo e ao mesmo tempo por meio da televisão.

Quero propor que me acompanhem numa reflexão sobre o parodoxo social instalado com a chegada da televisão, sempre reforçado pelo enorme sucesso da manipulação popular. Notícias e imagens propagadas influenciam sobremaneira o comportamento de uma população que se divide entre tolerantes e críticos.

A televisão trouxe a possibilidade de transformar os fatos em entretenimento e as ações isoladas de conhecimento público. A comoção social ocupa o espaço no momento em que a informação incontinente transforma o comportamento humano.

Ano a ano a televisão passa a ser um instrumento de padronização cultural e de isolamento de pessoas que consomem passivamente uma cultura industrializada. Passa a ser um conjunto de canais que divulga muitas vezes mensagens sem interesse, programas condicionados a uma realidade imaginária muito diferente da vista e revista nas ruas da cidade. Os fatos revelam o sonho inebriante e individual transmitido para cada cidadão-espectador que se deleita com a telenovela, filmes, programas que doam dinheiro ou reformam casas apresentando uma felicidade de varejo.

A televisão é a possibilidade de abrir a Comunicação de cada brasileiro para o mundo. É o principal veículo de divulgação de informações igualitárias e uma espécie de "produtor" das discussões sobre as razões deste entusiasmo comum. Diante dessa democratização é praticável afirmar que a Comunicação é a certificação de que a mensagem deve ser transmitida sempre de forma clara e decodificada por todos, assumindo um importante papel na vida cotidiana: o de multiplicadores de uma realidade estereotipada.

Os meios de comunicação que detêm poderes de manipulação, como aqui é o caso da televisão, alienam a massa sugerindo produtos, hábitos e linguagem, tanto direta como indiretamente.

Havendo um objetivo a comunicar e uma resposta a obter, o comunicador espera que a comunicação seja a mais fiel possível e por isso aposta em verossimilhanças.

A rápida trajetória em favor da Comunicação de Massa espera que a televisão seja uma parceira inequívoca daquilo que o espectador espera ver. No entanto, apesar de os programas apresentarem um conteúdo pouco produtivo ou educativo há uma disputa acirrada em nome da audiência.

Proponho, portanto, uma reflexão sobre o produto divulgado pela televisão. Que este instrumento de Comunicação seja construtor de um conhecimento popular inovando com programas que venham informar e educar uma massa de consumidores e espectadores que sabem o verdadeiro motivo da televisão existir: a concessão pública.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Ubatuba - São Paulo


Está localizada a somente 234 quilômetros de São Paulo.
O município de Ubatuba está localizado no litoral norte do Estado de São Paulo a 324 quilômetros do Rio de Janeiro, e se caracteriza por ter um território com montanhas e floresta atlântica.
É uma das praias favoritas dos paulistas.
Este municipio tem aproximadamente 80 praias espalhadas por 90 quilômetros de costa. Desde as agitadas praias de Itamambuca e Vermelha do Norte, muito freqüentadas por surfistas e esportistas, até praias desertas e paradisíacas como a Praia da Fazenda.
Além das praias, Ubatuba também tem morros (o maior deles com 1.150 metros de altura), bahias, enseadas, ilhas e ilhotas.
A cidade oferece desde lugares de grande agitação e dinamismo até locais quase desertos, com praias de águas tranqüilas e de ondas fortes. Na temporada de férias, Ubatuba recebe meio milhão de turistas. É interessante visitar o Parque Estadual da Ilha Anchieta, a Praia de Itamambuca e o Núcleo Pixinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar.

domingo, 1 de junho de 2008

Polícia descobre rede de pedofilia em SP; oficial da PM suspeito se suicida



A Polícia Civil de São Paulo identificou uma rede de pedófilos que agendavam encontros com crianças por meio da internet. Entre os envolvidos na rede estava um tenente da Polícia Militar, que se suicidou quando policiais civis chegaram a sua casa, nesta sexta-feira, para cumprir um mandado de busca e apreensão. Em seu computador, foram encontradas imagens pornográficas de crianças.

O tenente Fernando Neves, 34, era comandante da Força Tática do 5º batalhão. Ele foi o responsável pela varredura e isolamento do edifício London, onde a menina Isabella Nardoni, 5, foi assassinada no último dia 29 de março. Naquela noite, Neves fazia policiamento nas proximidades da Vila Isolina Mazzei (zona norte de São Paulo), onde fica o prédio. Ele foi acionado às 23h55 e chegou ao prédio por volta da 0h.

De acordo com o delegado André Pimentel, do SIG (Serviço de Investigações Gerais) da 5º Seccional, a rede de pedofilia começou a ser investigada há cerca de três meses, quando um usuário de uma sala de bate-papo na internet ficou indignado com um convite que recebeu para ter acesso a imagens de pornografia infantil e denunciou o esquema à polícia.

O responsável pela sala de bate-papo virtual era o pai-de-santo Márcio Aurélio Toledo, segundo o delegado. O site tinha a finalidade de reunir pessoas para falar sobre sexo. Em determinada ocasião, quando Toledo sentia mais confiança em determinados freqüentadores da sala, oferecia as imagens e até encontros com crianças. Neves seria um desses usuários que recebia imagens de pornografia com crianças.

A polícia chegou a Toledo e ao tenente após a quebra de sigilo telefônico, com a autorização da Justiça. O pai-de-santo foi preso na sexta-feira (23) passada em sua casa, onde foram apreendidos computadores e DVDs com imagens de crianças em situação pornográfica. Também havia brinquedos, supostamente, para atrair crianças a sua casa.

Nesta sexta, policiais da SIG estiveram na residência de Neves para apreender seu computador para a investigação. Enquanto os policiais verificavam, ele pegou a arma que usava no trabalho e deu um tiro na cabeça, na frente dos outros policiais.

"Não havia suspeita nenhuma sobre ele, que tinha uma conduta exemplar. Para ser comandante da Força Tática tem de ser exemplar e diferenciado", disse o porta-voz da Corregedoria da PM, capitão Marcelino Fernandes.

Neves era casado e tinha um filho, fora do casamento. Computadores de seus parentes em Penápolis (interior de São Paulo) também serão apreendidos pela polícia, que cumpriu nesta sexta-feira outros três mandados de busca e apreensão para recolher computadores de outros membros da quadrilha. Um outro membro da rede, identificado como Davi, está foragido.